Grupo Kant – Ata IV (09/07/2007)
A reunião foi marcada pelo surgimento de várias questões que versaram sobre duas temáticas centrais: 1) o status do sujeito transcendental 2) as mudanças na física poderiam refutar ou infirmar a teoria kantiana.
Questões levantadas na discussão:
1 Existe conceitos a priori?
2 Qual é a distinção entre puro e absolutamente puro?
Obs. Essa elaboração é diferente da B3 na qual Kant fala de a priori puro e absolutamente puro. Parte dessa dificuldade é agravada com a nota 1A.
Kant parece condicionar a análise ao conhecimento de juízos sintéticos a priori.
3 Como é possível pensar o conhecimento transcendental? Qual é o limite entre o sujeito transcendental e o sujeito empírico?
Sugestões: o sujeito transcendental seria um modelo – talvez método – para compreender como é possível o conhecimento científico. Problemas: por que Kant usa então a palavra sujeito transcendental? Ao recorrer à metáfora da revolução copernicana Kant estaria se referido à razão ou ao entendimento?
4 Questão: trata-se de uma distinção ontológica entre o sujeito empírico e o sujeito transcendental ou seria, diríamos, uma distinctio rationis? Como é produzido o sujeito transcendental? Se for um modelo, ele é produzido por quem e sobre qual perspectiva esse modelo poderia ser separado das faculdades daquele que o produz?
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